O que me fez pensar nisso foi constatar que o local onde o tão comentado caso da advogada assassinada foi jogada, ainda com vida pelo que se diz é um dos locais onde embarcações de pequeno porte, como caiaques, canoas, botes e barcos de aluminio, muito destes movidos a remo passam o tempo todo!
Ë normal uma pessoa que não esta habituada pensar, mas imagine, a noite, jamais passaria. Triste engano, eu mesmo vivo remando a noite, em locais totalmente desertos, como foi o caso de Salesópolis, onde fiquei desde o por do sol até as 03 da manhã aproximadamente ( foto ao lado ), e seria a coisa mais fácil do mundo remar sem fazer NENHUM alarde, e com as luzes de bordo APAGADAS, até o carro e salvar uma pessoa... assim como o Titã ja resgatou um Nigeriano certa vez em alto mar, quase sendo engolido pelo hélice do navio, totalmente cansado, faminto e desidratado. Fiquei imaginando, não apenas eu, mas diversos amigos tem o costume de remar sozinhos ou em grupo, cada qual em uma represa diferente, a noite, Nazaré, Salesópolis, Billings, Atibainha, Piracaia e por ai vai...
Não tenho o poder de questionar o destino, nem estou pleiteando um posto de heroi, mas sim me perguntando como não passou nenhum barco perto ( nem precisava estar tão perto, um grito a noite, na agua se escuta a centenas de metros as vezes ), e salvo aquela ou qualquer outra pessoa que estava em risco eminente.
Posso não saber onde Deus estava para não guiar ninguem até aquelas aguas, mas sei muito bem onde a ausência dele estava... dentro da pessoa que fez o que fez com aquela familia.
Câmbio, desligo!
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